ENTYVIO 300MG VIAL TAKEDA

ENTYVIO 300MG VIAL TAKEDA

Contém 1 frasco

PRINCÍPIO ATIVO
VEDOLIZUMABE

Vedolizumabe 300 mg (Entyvio) — Visão Geral Científica

O Entyvio 300 mg (frasco-ampola para infusão), fabricado pela Takeda Pharmaceuticals, contém vedolizumabe como princípio ativo. Trata-se de um anticorpo monoclonal humanizado da classe IgG1 que exerce ação seletivamente intestinal, diferenciando-se de outros agentes biológicos pela especificidade de atuação no trato gastrointestinal. Foi aprovado pela FDA em 2014 e pela ANVISA para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais moderadas a graves.

Princípio AtivoVedolizumabe
Concentração300 mg por frasco-ampola
ApresentaçãoFrasco-ampola (pó para infusão IV)
FabricanteTakeda Pharmaceuticals
Classe FarmacológicaAnticorpo monoclonal anti-integrina ?4?7
Via de AdministraçãoInfusão intravenosa

Mecanismo de Ação

O vedolizumabe é um antagonista seletivo da integrina ?4?7, expressa predominantemente em linfócitos do trato gastrointestinal. Ao bloquear a interação entre a integrina ?4?7 e a molécula de adesão MAdCAM-1 (addressin de mucosa celular 1), o vedolizumabe impede a migração de linfócitos T para a mucosa intestinal inflamada. Este mecanismo de ação gut-selective (seletividade intestinal) é o que distingue o vedolizumabe de outros biologicos anti-TNF ou anti-integrinas de amplo espectro, como o natalizumabe, que atuam também no sistema nervoso central.

Diferentemente dos inibidores de TNF-alfa (como adalimumabe ou infliximabe), o vedolizumabe não suprime a imunidade sistêmica, apresentando assim um perfil de risco diferenciado em relação a infecções graves e tuberculose.

Indicações Clínicas Documentadas

  • Doença de Crohn moderada a grave, em adultos com resposta inadequada ou intolerância a terapia convencional ou anti-TNF
  • Retocolite ulcerativa moderada a grave, em adultos com resposta inadequada ou intolerância a terapias convencionais
  • Manutenção da remissão clínica nessas condições

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Qual é a diferença entre Entyvio e os anticorpos anti-TNF, como adalimumabe ou infliximabe?

A principal distinção está no mecanismo de ação e no escopo da imunossupressão. Os anti-TNF bloqueiam o fator de necrose tumoral-alfa, suprimindo a inflamação de forma sistêmica. O vedolizumabe, por sua vez, atua especificamente no intestino, bloqueando a migração de linfócitos para a mucosa gastrointestinal sem suprimir a imunidade sistêmica. Isso implica um risco menor de infecções graves, tuberculose e complicações extrintestinais associadas à imunossupressão generalizada. Entretanto, a escolha entre biologicos deve ser feita pelo gastroenterologista com base no perfil clínico individual.

2. Como é administrado o Entyvio e qual é o esquema de dosagem?

O vedolizumabe é administrado por infusão intravenosa lenta, geralmente em ambiente hospitalar ou clínico sob supervisão de profissional de saúde. O esquema padrão de indução consiste em infusões nas semanas 0, 2 e 6, seguidas de infusões de manutenção a cada 8 semanas. Cada infusão dura aproximadamente 30 minutos. O paciente deve ser monitorado durante e após a infusão para detectar reações adversas imediatas.

3. Quais são os efeitos adversos mais comuns do vedolizumabe?

Os estudos clínicos de fase 3 (GEMINI 1 e GEMINI 2) documentaram como efeitos adversos mais frequentes: nasofaringite, cefaleia, artralgia, náusea e infecções do trato respiratório superior. Reações relacionadas à infusão ocorreram em menor frequência comparada a outros biologicos. A incidência de infecções graves foi semelhante à do placebo nesses estudos, refletindo a seletividade intestinal do mecanismo. Casos raros de anafilaxia foram reportados.

4. O Entyvio aumenta o risco de câncer ou tuberculose?

Diferentemente dos anti-TNF, o vedolizumabe não apresentou aumento significativo do risco de tuberculose nos estudos clínicos e de pós-comercialização, o que é atribuído à sua seletividade intestinal e ausência de imunossupressão sistêmica. Em relação ao risco de neoplasias, os estudos disponíveis até o momento não demonstraram aumento estatisticamente significativo; contudo, o acompanhamento de longo prazo em coortes de vida real continua em curso. Pacientes com histórico pessoal de neoplasias devem discutir o uso com seu médico.

5. Quanto tempo leva para o Entyvio fazer efeito?

O vedolizumabe tem um início de ação mais lento em comparação com os anti-TNF. Em estudos clínicos, respostas clínicas na doença de Crohn foram observadas a partir da semana 6 em alguns pacientes, com benefício crescente até a semana 10–14. Para retocolite ulcerativa, respostas foram detectadas já na semana 6. A avaliação completa da eficácia clínica geralmente é realizada entre as semanas 10 e 14 de tratamento. A ausência de resposta precoce pode levar à reavaliação terapêutica pelo médico assistente.

?? Aviso Importante sobre Medicamentos: As informações disponibilizadas nesta página têm caráter estritamente informativo e educacional, fundamentadas em literatura científica e dados regulatórios públicos. Não substituem a consulta, diagnóstico ou prescrição médica. O uso de qualquer medicamento biológico deve ser feito exclusivamente sob orientação de profissional de saúde habilitado, em ambiente clinicamente supervisionado. A automedicação pode causar danos graves à saúde. Em caso de dúvidas, procure seu médico ou farmacêutico.

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Dúvidas Frequentes
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Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o ENTYVIO 300MG VIAL TAKEDA (VEDOLIZUMABE) chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
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O pedido pode ser cancelado somente até o momento em que for despachado pelo fornecedor no país de origem. Após o envio, não é mais possível realizar o cancelamento.

Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.

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Requisitos para Importação:

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  • Documentos de identificação do paciente (RG e CPF válidos)
  • Receita médica detalhada com nome completo do paciente e especificação do medicamento
  • Comprovante de endereço residencial atualizado (últimos 3 meses)
  • Relatório médico explicando a necessidade do tratamento e justificativa para importação
  • Documentação adicional pode ser solicitada de acordo com as normas da ANVISA (RDC 81/2008) e legislação vigente.